quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

alternativo sub-real

Não sei me perder por qualquer boca,
E tropeçar nu em pernas sem endereço.
Qualquer canção em papel é coisa pouca
E grande, que de tão anestesiado me perco.

Beijo vulto ao perfume

Introspectividade entorpecida,
Na lua das faces alheias...
E obscuridades de minhas aldeias
Acolhedoras da vontade assídua.

Montanhas e montanhas

Estamos perdidos no exagero
Da mais quente saliva amarga
Da festa da vida que tarda,
Escondida no acerto do erro

Um comentário:

  1. Nossa, que poeta! Você tem talento. Gostei muito do seu blog. bjos :)

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